ArcoMadrid 2018

ArcoMadrid | Bruno Vilela, Daniela Antonelli e Rodrigo Braga

Nossa proposição para o estande é estabelecer um diálogo entre as obras dos artistas brasileiros Bruno Vilela (1977), Daniela Antonelli (1981) e Rodrigo Braga (1976). Esses jovens artistas, além de provenientes de partes distantes do país, têm em comum suas diferentes experiências, relações e trocas com a Natureza, da  propriação para a comunhão. Para esta proposta, cada um deles explora uma mídia diferente: pintura, escultura e fotografia. Portanto, o resultado a ser visto é um
diálogo vibrante evocando universos poéticos, temporalidade e relação homem-natureza.

Bruno Vilela é pintor do Recife, costa nordeste do Brasil. Suas obras são, geralmente, telas com paleta de cores intensas e figuras muito habilmente desenhadas, criando atmosferas e personagens sombrias preenchido com recursos simbólicos e iconográficos de sua pesquisa. Para este projeto, selecionamos um conjunto de pinturas recentes que são o resultado de sua pesquisa atual sobre Botânica e paisagem. Feito durante sua imersão na Mata Atlântica do Rio de Janeiro, ele esboçou e fotografou muitos espécimes da flora típica brasileira.

Daniela Antonelli é uma escultora e desenhista do Rio de Janeiro, costa sudeste do Brasil. Ela aborda este diálogo a partir de um conjunto de pequenas esculturas, que abordam o tema da ascendência e primitivismo. Todas as peças apresentadas são uma combinação de material orgânico, como ossos, pedras, couro e sementes que o artista encontrou e se reuniu. Para criar estes composições justapostas , Daniela apropria esses fragmentos de fontes animais e naturais, resultando em peças que são extremamente fluidos e sensuais. Ela pode entrelaçar uma costela de boi com uma delicada polida pedra-sabão abordando técnicas contemporâneas e primitivas com materiais que nunca seriam misturado por mero acidente.

Rodrigo Braga é um artista multimídia que nasceu no Amazonas, no norte do Brasil – uma cidade no coração da Floresta Tropical da Amazônia. Seu grande esforço como artista é investigar culturais e rituais hábitos que ilustram o comportamento humano em relação à Natureza e outros animais. Recentemente, ele desenvolveu um
instalação em grande escala com pedras e toras, e também participou de imersões monásticas na biomas do norte e nordeste. Ele também digital e manualmente edita e monta imagens de animais com sua própria figura, criando assim uma criatura híbrida. Quanto ao diálogo com os outros artistas, um conjunto de fotografias endossará a conversa proposta mostrando com crueza e beleza a comunhão e a fusão do homem na natureza.

Enquanto os teóricos atuais estão discutindo a segunda natureza do cyborg e a liquidez do relações humanas contemporâneas, este trio de artistas está no caminho oposto. Suas peças são orgânicas, denso e ancestral. Portanto, na iluminação acima mencionada, uma conversa interessante com várias camadas de significado e de mídia são construídas sobre questões de extrema importância no contexto do mundo contemporâneo.


2ª montagem Visitas ao Acervo

Nova montagem da exposição Visitas ao Acervo

Nova montagem da exposição do acervo da galeria contando com obras de Frans Krajcberg, Cicero Dias, Maria Lynch e outros!


Art Basel Miami Beach 2017

Art Basel Miami Beach | Nuno Ramos, Y Lucientes

Euforia e Cinzas

Após reunir uma série de desenhos da série “Rocha de gritos” e pinturas em larga escala para sua individual “Grito e Paisagem” na Galeria Anita Schwartz (de Setembro a Novembro deste ano), Nuno Ramos apresenta “y Lucientes”, um projeto solo inédito em homenagem a Goya que será apresentado na feira de arte Art Basel Miami Beach.

Nuno aponta nas pinturas de sua individual “Grito e Paisagem”, uma “euforia raivosa” onde cores e excessos suscitam uma reação criativa positiva frente ao contexto negativo que rege o ânimo brasileiro contemporâneo. Já em seu projeto para a seção Nova de Miami Basel (apenas para projetos realizados a partir de 2015), a instalação “y Lucientes” é feita à partir de “Los Desastres de la Guerra”, série de gravuras de Goya com cenas da invasão napoleônica e da resistência madrilenha, presenciadas pelo próprio artista durante a Guerra da Independência Espanhola. Trata-se de um dos mais pungentes documentos sobre a perda de qualquer parâmetro civil ou humanitário atingindo toda uma população em seus direitos mais elementares.

A instalação é composta pelas 80 impressões das gravuras de Goya expostas à fumaça e à fuligem liberadas por uma solda de acetileno, “desregulada” de forma a soltar este estranho fumo. Trata-se, portanto, de desenhos únicos de fumaça e fuligem sobre gravuras, como monotipias, com atuações feitas pelo artista sobre o trabalho de Goya (o “y Lucientes” do título alude a isto). A fumaça negra impregna o papel como um gesto, mas não de tinta e sim de fuligem, cinzas, fumaça, detrito, como se as cenas de destruição e horror ganhassem uma nova materialidade, mais literal e similar ao que Goya retratou.


Arthur Chaves no Jacarandá

Arthur Chaves no Jacarandá

exposição coletiva “Arthur, Janina, Marco e Pedro” com obras dos artistas Arthur Chaves, Janina McQuoid, Marco Veloso e Pedro Franca.

A exposição é organizada por Daniel Senise e mostra artistas que tem em comum obras que se estruturam a partir dos seus processos de execução.

Seus trabalhos são tentaculares, espalhados, polifônicos, extrapolam os limites das linguagens. as experiências, experimentações, os contextos onde ocorrem, o universo de materiais disponíveis são determinantes para o aspecto final da obra.

Arthur, Janine, Marco e Pedro

30 de setembro a 15 de novembro.
Quarta a domingo das 13h às 18h
Ladeira da Glória, 26 / casa 1 Villa Aymoré 


Romy Pocztaruk no 35º Panorama da Arte Brasileira

Romy Pocztaruk no 35º Panorama da Arte Brasileira

Romy Pocztaruk é uma das artistas que participa do 35º Panorama da Arte Brasileira no MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, tradicional exposição bienal, que traz uma leitura do estado atual da arte do país.

Com o título Brasil por Multiplicação, a curadoria assinada por Luiz Camillo Osorio tem como inspiração um dos textos seminais de Hélio Oiticica, Esquema Geral da Nova Objetividade (1967).


Art Rio 2017

ART RIO 2017

Durante os dias 14 a 17 de setembro a galeria Anita Schwartz apresentou no stand B5 da ArtRio 2017, em seu novo endereço na Marina da Glória,uma série de trabalhos de seu acervo além de obras inéditas de alguns de seus artistas representados.

Três obras foram selecionadas para o Wishlist do Museu de Arte do Rio, sendo elas de Daniela Antonelli, Luiza Baldan e Rodrigo Braga.