Fernando Lindote
Fernando Lindote
1960 - Santana do Livramento, RS | Brasil
Vive e trabalha na Ilha de Florianópolis, SC, Brasil.
Fernando Lindote é um artista multimídia cuja prática artística transita por diversas linguagens como pintura, desenho, escultura, instalação e vídeo. Lindote explora questões relacionadas à cultura popular, memória, o corpo e suas representações. Seu processo criativo é marcado por uma abordagem experimental, onde o humor e a crítica social emergem através de uma rica apropriação de ícones da cultura de massa e referências eruditas. Essa mistura de elementos cria uma interseção entre o lúdico e o político, ressignificando objetos e signos cotidianos.
O artista participou de diversas exposições de destaque, como a Bienal de São Paulo e a Bienal do Mercosul, além de realizar mostras individuais no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e no Instituto Tomie Ohtake. Suas obras integram importantes coleções públicas e privadas, como a do Museu de Arte Contemporânea de Niterói e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Ao longo de sua carreira, Lindote recebeu prêmios significativos, como o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, consolidando-se como uma figura relevante no cenário da arte contemporânea brasileira.
Dentre suas exposições individuais, destacam-se Quanto pior, pior (Instituto Tomie Ohtake, 2023), Fernando Lindote: trair Macunaíma e avacalhar o Papagaio (MAR, 2015), e 1971 – a cisão da superfície (CCBB Rio, 2012). Participou de mostras como a 29ª Bienal de São Paulo (2010) e a 10ª Bienal do Mercosul (2015). Premiado com o Prêmio Marcantonio Vilaça (2017-2018) e o Prêmio Mário Pedrosa (2022), suas obras integram coleções como as do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo e do Museu de Arte do Rio. Além de prêmios, como o Aquisição no Salão Nacional de Artes Plásticas (1987), foi bolsista da Fundação Vitae.
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16.Jul.2025 - 23.Ago.2025
QUIMERA
Em sua primeira exposição individual na Anita Schwartz Galeria de Arte, Fernando Lindote apresenta um conjunto de pinturas que trazem, entre muitas referências, motivos predominantes de floresta, jardim, vaso e flor. Mas engana-se quem pensa serem estes os elementos primordiais das obras apresentadas ou mesmo o tema principal de investigação do artista.
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22.Mai.2024 - 22.Jun.2024
Pinacoteca Botânica
A grande pintura inédita “Thanatos e Eros”, de Yolanda Freyre (1940), em óleo sobre lona com quase 6 metros de largura, e 1,20 m de altura, produzida entre 2022 e 2024, é o ponto de partida desta mostra que transforma a galeria Anita Schwartz em uma pinacoteca botânica. Esta obra icônica é uma síntese de sua história de vida e quase 60 anos de trajetória artística. Em torno desta obra central, Anita Schwartz reuniu 27 trabalhos que abordam a temática botânica em diferentes nuances, “cada um à sua maneira, em estilos e mídias variados: pintura, escultura, desenho, fotografia, objeto". Yolanda possui uma conexão profunda com a paisagem natural, que transborda sensibilidade. Ao nos apresentar a sua floresta, ela nos convida a conhecer um lugar sagrado, intimamente conectado às suas vivências.
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